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domingo, 31 de julho de 2011

Sobre amizade...

Sabe aquelas pessoas que forçam amizades? Que querem fazer com que as pessoas gostem delas de qualquer maneira? Eu tenho um misto de pena, raiva e medo delas. Porque durante sua vida existiram pessoas que você vai gostar e elas simplesmente não vão achar você a pessoa mais sensacional do mundo.

Vai ter também aquelas pessoas que a gente não vai fazer questão delas, mas elas vão fazer questão de você por perto, e aí haja paciência. Porque ninguém é obrigado a gostar de ninguém, muito menos de ter que estar presente para alguém que não quer.

Mas o pior mesmo são aquelas pessoas que tentam ser você. Que te sufocam e forçam situações. Fazem de você alguém que você não é, pra essa pessoa se fazer idêntica. As mais belas amizades são naturais, não se obrigam e nem se determinam, muito menos se mandam. Amigos se respeitam, conhecem um ao outro, não são cópias um do outro.

O mais bonito da amizade são as diferenças que convivem em harmonia, as qualidades que se complementam e os gostos que ensinam a conhecer e experimentar coisas diferentes.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Fim de semana passado...


Aquilo que nos une tem alguma explicação? Eu já tentei achar alguma, mas sabe, talvez seja melhor assim, simplesmente não ter uma. Porque eu descubro que eu as amo até doer o peito naqueles momentos de breve silêncio, onde nós só nos olhamos e na verdade já entendemos tudo.

Porque entre nós há aquela comunicação não verbal [que eu tanto falei, né?], aquela não necessidade de terminar a frase por que a outra já está fazendo isso. E mesmo não sendo 'siamesas', grudadas o tempo todo, cada vez que nos encontramos a velha afinadade continua afiadíssima. É por isso que eu começo a sorrir feito boba com a cabeça no travesseiro enquanto vocês dormem do meu lado, porque mesmo passados anos e nós termos mudado, o que há entre nós só melhora, evolui.

E as promessas e viagens planejadas? E as piscadinhas e meias palavras, que tanto deixaram uns certos senhoritos loucos tempos atrás? Ah, e as broncas umas nas outras? Só quem está dentro pode entender essas coisas.


"I gotta feeling, uhuuu, that tonight's gonna be a girls night..."

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Dias frios...

Bernadetes em: "Lanchinho da madrugada"

Misto quente e espanhola *.*

Lu no note...

Lê comendo miojo de galinha caipira [ecaaa! Tira essa coisa fedida daqui!]

Go-to-sooo! Nhami Nhamiii

P.s.: Essas são duas das minhas irmãzinhas lindas... ;D
P.s.2: Tá muitoooo² frioo!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Amigas maravilhosas...



Regina Spektor - Better



Eu me apego fácil. Até demais, às vezes. Considero-me alguém de muita sorte, porque essa característica me trouxe mais coisas boas do que ruins. Trouxe-me amigas maravilhosas, que mesmo com 700Km de distância ainda dá pra sentir o amor e o carinho delas...


Os meus olhos enchem de lágrimas cada vez que lembro dos momentos que dividimos. Elas foram minha força em muitos momentos. Não me deixaram perder o foco, e muitas vezes confiaram em mim mais do que eu mesma.



É muito importante ter amigos em quem se possa confiar, pessoas que te entendem só com um olhar. Não importa quanto tempo se conheça alguém, o que realmente importa é o quanto esse alguém abre a vida pra te receber...



Amadas, Cacau, Zip e Rafa, tô contando os dias pra vê-las!!! Amo vocês!!!



;*


if i kiss you where it's sore, will you feel better, better, better?

domingo, 8 de junho de 2008

Parceria II...

Dessa vez a história foi escrita junto com a Dri. Mais ela do que eu na verdade. hauhuhahua
Foi uma ótima experiência escrever junto com ela, pensamos de uma maneira muito parecida, e acabavamos meio que completando uma a outra. ;D
Tá, ficou bem grandinha, não se assustem...


Encontros e Ironias...
Deitada no gramado do parque, Isabella refletia sobre sua vida. Os últimos meses foram movimentados. Não entendia o porque que aquilo tudo estava lhe acontecendo. Parecia que havia um complô contra ela; nada dava certo. Em dois meses ela havia perdido o emprego e o namorado. E agora sua família estava decepcionada com ela.
Em meio a sua inércia não percebeu o barulho que se aproximava, já era muito tarde, praticamente o parque estava vazio. Mas Isabella gostava de se conectar a natureza para tentar buscar resposta para suas tantas indagações.
Enquanto isso, Gabriel que estava caminhando distraído, não reparou que tinha saído na calçada. Só percebeu onde estava quando uma moça gritou. Mais um passo teria pisado nela.
Mesmo tranqüila, Isabella se irritou com Gabriel. Levou um susto e pensou que era um assaltante. Ele que também estava perdido em seus pensamentos, a principio não entendeu o que estava acontecendo.
Quando ele a olhou, notou sua beleza física, e sentiu que no fundo de seu ser, escondia uma profunda tristeza. Mas aquilo a deixava ainda mais bonita e com um certo tom misterioso. Passava uma sensação de que precisava de cuidados, de alguém para abraçá-la e confortá-la.
Enquanto que, para Isabella, ele lhe parecia um rapaz inconseqüente, possuidor de um olhar penetrante. Mas algo a incomodava nele, que a principio não soube definir ou explicar para si mesma. Levantou-se rapidamente, não dando tempo para que ele falasse algo e foi embora.
Gabriel desde criança demonstrava ser responsável, e a liberdade lhe fascinava, por isso saiu de casa cedo. Desde então, morava com seu melhor amigo de infância Daniel. Aquela noite ele sairá apressado do apartamento que dividia com ele, depois de uma discussão que tiveram.
Daniel namorava há cinco anos, e apesar de reprovar a atitude do amigo, Gabriel o acobertava em suas escapadas fora do relacionamento. Agora, uma de suas aventuras, Vanessa a filha do seu chefe, estava grávida.
Ele não pensou duas vezes em obrigar Vanessa a fazer um aborto. Ela só concordou porque não queria filhos agora, e cultuava seu corpo, achava que um filho tiraria sua beleza. Daniel pediu para Gabriel fazer o aborto, porque ele era estudante de medicina, mas isso ia contra todos seus princípios.
E com esses turbilhões de pensamentos saiu de casa, na incerteza de ajudar seu melhor amigo ou seguir a sua ética. Esse ato ia contra tudo que acreditava como futuro doutor, cidadão e ser humano.
Isabella saiu correndo em direação a rua, assustada e confusa. Não viu um carro vindo em sua direção e em alta velocidade. A motorista que estava bêbada, a acertou e jogou longe. Gabriel que veio atrás dela, assistiu toda cena, que se passou em questão de segundos.
Um mês depois, Isabella sai do hospital. Graças aos primeiros socorros de Gabriel, sobreviveu ao acidente.
Em outro ponto da cidade, em uma capela, é celebrada uma missa, de um mês de falecimento, em nome da motorista e seu bebê.

P.s.: Dri é uma amiga muito especial, nós temos uma família pela internet, e nessa ela é minha tia gatona... ;D
P.s.2: Adoro-t lindonaaa...
;****************

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Equilíbrio

Mika - Happy Ending


Sim... eu sei que isso não é horas de estar acordada, muito menos postando num blog... Mas eu sou assim, estranha. Eu estava conversando com a Marcinha [uma menina muito fofinha e linda ;D], e ela me falou uma coisa muito boa. Ela falou sobre equilíbrio, como isso torna tudo mais fácil.

Primeiro tem que tentar entender o que é equilíbrio, o que é tê-lo. E então aplica-lo na vida; em qualquer área, amor, saudade, medo, conflitos. Tudo é uma questão de balanceamento. [Nossa, lembrei das aulas de química, que eu tentava prestar atenção. ;p]

Ah.. então é isso... Lari deixa a mensagem de tenham equilibrio.


Outra coisinha... Nada acontece por acaso... nadaaaa.. nada mesmooo...

terça-feira, 20 de maio de 2008

Estréia...

Quando abriu os olhos naquela tarde, ela prometeu a si mesma que jamais beberia daquela maneira. Ela cheirava cigarro e cerveja, porque parecia que todos os idiotas daquela boate tinham que esbarrar nela e derramar cerveja no seu vestido novo. Ela estava cansada de acordar de ressaca; estava cansada de sentir aquele cheiro; e estava mais cansada ainda de saber que o garoto, com o qual havia se esfregado a noite toda, não ia ligar no dia seguinte, ou naquela semana; ele ligaria quando quisesse companhia.
Então ela decidiu que queria mudar. As festas e bebedeiras parariam. Ela se sentia só, e pela primeira vez queria amar de verdade. Ela levantou e foi tomar banho, afinal o cheiro continuava nela.
Ao sair do banho havia um café quentinho e cheiroso em cima da mesa, ela pensou que provavelmente foi Vivs, sua melhor amiga e companheira de apê, que fez pra ela. Ela e Vivs eram amigas de infância, sempre se deram super bem, e quando ambas passaram no vestibular, elas sabiam que finalmente seriam independentes dos pais; e que poderiam dividir um apê pertinho da universidade, algo que elas sempre quiseram fazer. Vivs detestava que ela saísse e bebesse, coisas que ela andava fazendo constantemente.
Vestiu uma calça de agasalho e uma babylook, e carregando a caneca, foi em direção ao quarto da amiga. Antes mesmo de abrir a porta, Vivs falou:
-Bom dia senhorita baladeira, como foi a festa ontem? –o tom dela era meio mal-humorado. Então ela respondeu:
-Bom dia! A festa foi uma porcaria, nem sei porque ainda vou nessas coisas... -Vivs deu uma risada debochada e falou:
-Ah Jujuba, você gosta da dor de cabeça e de estragar roupas novas. -Júlia riu, sua amiga detestava aquilo; as ressacas, o barulho de madrugada, as crises de choro dela... Vivs detestava como aquilo estava acabando com a sua amiga.
-Vivs, eu te prometo que acabou. Nada de roupas novas estragadas, nada de ressaca. A partir de agora, eu não saio mais com as meninas da sala. Chega! Cansei disso tudo. Eu quero algo sério, sabe... Cansei desses meninos que só querem aproveitar. -Vivs deu um sorriso compreensivo pra amiga. Ela estava contente que finalmente Júlia enxergava que aquelas coisas não eram legais.
Elas decidiram dar uma volta. Era um lindo sábado de inverno, tinha sol, nenhum vento, e um céu limpíssimo. As duas caminhavam por um calçadão, de braços dados, elas andavam dessa maneira desde que eram menininhas. Julia olhava o céu, as árvores, e sentia o quanto ela amava aquele lugar, ela amava mais ainda pelo fato dele ser longe dos seus pais. Ela sempre se sentiu reprimida por eles, implicavam com tudo que ela fazia, falava e até vestia. Estar longe de casa era a melhor coisa que já acontecera a ela.
Elas foram a um café, sentaram-se numa mesa mais ao canto. Pediram capuccinos e tortinhas de morango. Vivs reparou que havia um carinha olhando pra elas, ele prestava muita atenção nas expressões e gestos da Jujuba. Ela deu um sorriso, e falou pra amiga discretamente olhar para o rapaz. Ela olhou. Aquele cara, não era o mais bonito que Júlia já havia visto, mas havia algo nele que atraia os olhos dela. E como se ele tivesse percebido que as duas haviam notado ele, levantou e veio em direção delas. Meio sem graça, ele perguntou se podia juntar-se a elas. E ela, com seu típico olhar atrevido, assentiu com a cabeça.
Os três conversaram por horas, riram muito, e cada um deve ter tomado uns quatro capuccinos. Júlia estava impressionada, como existiam garotos legais, inteligentes, que não queriam apenas se aproveitar dela. Ao se despedir, ele perguntou se ela tomaria um café com ele outro dia. Como ela poderia recusar? Obviamente ela aceitou o convite. Ela e Vivs voltaram para casa, e assistiram à dois filmes da Audrey Hepburn. Uma perfeita noite de meninas.
No momento em que deitou a cabeça no travesseiro, Júlia riu, e pensou como sua vida deu uma virada em apenas um dia. Ela fechou os olhos, e tinha certeza de que ele ligaria naquela semana ainda.